A tinta está sumindo do papel
Aquele, sofrido pelas lágrimas do rio
Ficando amarelado, ficando vazio
Como a mensagem nele escrita
De mel, de fel
O seu cheiro
Ainda perturba a minha paz
Enjoa-me
Não me interessa mais,
a fotografia que o tempo não foi capaz de descorar
Encarreguei-me de rasgar
Aquelas flores que nunca enviaste estão murchas
E o vaso delas, despedaçado, assim
Como o meu coração
Ei mocinho, cuidado, não!!!
Não
vá se cortar com os caquinhos.
sábado, 9 de agosto de 2008
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