domingo, 9 de março de 2008

O jogo da vida que deve ser olvido...

Não queria cair no teu olvido.
Sei que é pedir demais.
É impossível.
Como eu serei olvida se eu jamais fiz parte do teu mundo?
Não negue.
Desejei ao menos ter uma chance de te provar que amor verdadeiro poderia existir.
Não quero um amor pra vida toda. Sou realista.
Queria, apenas, que fosse verdadeiro enquanto durasse.
Não consegui espaço, pois ela tomava todo teu coração, mesmo que em memórias de algo que deveria ter acontecido.
Tu não a tens mais, ela existe nos teus pensamentos, nas pastas de fotos com o nome dela. Ela é, simplesmente, uma memória que não queres perder.
Se ao menos ela realmente existisse, fosse uma ameaça ‘material’, eu poderia te disputar lealmente.
È injusto ‘competir’ com alguém cuja estratégia não se sabe.
Jogo perdido!
Ela está tão protegida pelo teu mundo da imaginação.
Na verdade, tu és o grande jogador. Com ela, memórias. Comigo, passatempo.
Agora tu estás livre pra jogar com quem a vida te sortear.
E eu estou presa às memórias.

2 comentários:

Uma breve descrição. disse...

Cat....não tenho palavras pra descrever esse texto!


bjo mocinha!!!

Unknown disse...

G-E-N-I-A-L!
Até breve! =)
Bjos!